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terça-feira, 3 de novembro de 2009

DAR NOME "AS COISAS" I

Por volta do ano 150 da era cristã, o imperador Marco Aurélio, recebeu o ataque dos germanos e estes eram assustadores, e esse adjetivo não é força de expressão. Na primeira vez que os romanos se deparam com eles ocorreu um ato selvagem diante e adentro da Floresta Negra, emergiram das sombras, horrendos com sons monstruosos e investiram sobre a legião romana e com sua aparência ameaçadora, os bárbaros sobrepujaram os legionários latinos... Mas depois que os romanos se acostumaram com a visão pouco ortodoxa dos guerreiros teutos em ação, como “coisas” descomunais e graças a disciplina tática da legião romana, passaram a derrota-los... Mesmo assim, os germanos jamais se submeteram por completo ao Império, nem quando o Império os absorveu.
Já por volta do ano 200 da era cristã, agora o filósofo-imperador Marco Aurélio, não morava mais em Roma, vivia nas fronteiras, vigiando os movimentos inquietos e inquietantes das “coisas”.
Um dia, o imperador teve uma idéia: mandou buscar leões da África e, numa batalha perto de Vindobona, a atual Viena, açulou-os sobre os germanos. Calculava, Marco Aurélio, que os bárbaros ficariam aterrorizados com o ataque daquelas feras das quais nunca nem tinham ouvido falar. De fato, numa época sem National Geographic, os germanos não conheciam essas “coisas” , os leões, e essa foi a sorte deles. Acreditando que fossem apenas cães enormes, os guerreiros teutos não só não fugiram como chacinaram essas “coisas” os bichos a golpes de espada, lança e clava, pouco se importando com a repercussão entre os protetores dos animais.
Nos dois casos, como se viu, o medo foi decisivo. Os romanos só bateram os germanos quando perderam o medo deles; os germanos mataram “as coisas” os leões porque não tinham medo deles. O medo, muitas vezes, é o que faz diferença na batalha. A vida moderna pode em representação significar isso, nada mais que isso. Alguns têm sido abatidos pelo medo das “coisas”. Outros estremecem em cada decisão com medo de perder “coisas”. Os verdadeiros conquistadores, não é que eles não sintam medo: eles o dominam. Com as “coisas” não, o medo é que domina. E um coração que vive com medo é, sempre, um coração que sente a pior das “coisas”: O MEDO DE SER FELIZ!

MAS ISSO É SÓ DEPOIS.

UM ÓSCULO E UM AMPLEXO

3 comentários:

FernandO disse...

Que coisa... o.o

LuNiKa disse...

a coisa é o treco que tá ali perto do bagulho ao lado da biroska ...
só pode ser isto a "coisa"

=[ ??

FernandO disse...

uashuDHASUDHASUhdUSAh BOOOA